Gostaria de agradecer a todos que passam por esse humilde blog e leem o que escreve. É de coração que escrevo isso aqui, ainda não definir um assunto que fosse melhor explicado, melhor e mais descrito, mas minha intenção de manter este blog é auto-didático-pedagógico. Bom, explicando. Mantenho este blog afim de melhorar minha capacidade de escrever, coisa que nunca fui bom, agora parece que estou começando a ter noção disso. Acho mágico o poder transformador das palavras, gosto de ler e escrever. Além de escrever sobre tudo, ou quase tudo, o interessante é manter este blog com notícias que acontecem no mundo. Tenho alguns planos para o próximo ano -2012-, talvez eu comece a manter algum tema por mais tempo. Por exemplo, ficar tantos dias falando de genética ou astronomia, filosofia etc. Tentar dar sequência nesses temas pra poder mesmo desenvolver um aprendizado maior nesses assuntos.
No mais, agradeço por ter atingido mais de 1000 visualizações de páginas.
Obrigado, boas festas e um ótimo 2012.
Um blog que tem o interesse voltado à informação, repercussão de assuntos que circulam o mundo das notícias. Se você gosta de assuntos mais variados possíveis, não deixem de ler os publicados neste blog.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Santos...foi triste
Esse domingo para o Santos foi um dia de aprendizado, nada mais além disso. O Barcelona goleou o Santos na final de clubes da FIFA em Yokohama no Japão por 4 x 0, sendo dois gols do melhor jogador do mundo, o craque de bola Leonel Messi. O Barcelona dominou o jogo do início ao fim da decisão. Com maestria os jogadores do time catalão trocaram passes, se movimentaram dentro de campo, ficando muito difícil para o time da Vila marcar os adversários. O menino Neymar mostrou que precisa ainda amadurecer mais, ter mais confiança em seu futebol, me parece isso, o Neymar tem pouca confiança da sua capacidade quando enfrenta grandes equipes de futebol, mais um exemplo pode ser retirado dessa final. Claro que não foi só Neymar que encontrou dificuldades para jogar, o time inteiro do Santos, porém as expectativas crescem em cima de jogadores que tem habilidades acima da média. Destacando um lance pra exemplificar mais isso que estou falando: teve um lance que Neymar ficou cara-a-cara com o goleiro do Barcelona, a bola estava quicando nos pés do atacante do Santos, nessa hora pensei que ele fosse encobrir o goleiro, mas não, chutou rasteiro e o goleiro defendeu a bola.
Mas, não podemos desmerecer o Santos, pois jogaram o tinham pra jogar, agora só não foi o suficiente pra parar o melhor time do mundo.
O futebol brasileiro tem que tirar lições dessa final. Os técnicos que trabalham com o futebol brasileiro precisam adotar filosofias como o futebol do Barça adotou ao longo dos anos, reparem que 99,9% dos jogadores do Barcelona vieram da base, ou seja, o trabalho de base é fundamental, não só, outras coisas mais também.
Parabéns Santos, parabéns Barcelona.
Mas, não podemos desmerecer o Santos, pois jogaram o tinham pra jogar, agora só não foi o suficiente pra parar o melhor time do mundo.
O futebol brasileiro tem que tirar lições dessa final. Os técnicos que trabalham com o futebol brasileiro precisam adotar filosofias como o futebol do Barça adotou ao longo dos anos, reparem que 99,9% dos jogadores do Barcelona vieram da base, ou seja, o trabalho de base é fundamental, não só, outras coisas mais também.
Parabéns Santos, parabéns Barcelona.
sábado, 17 de dezembro de 2011
Morre Christopher Hitchens
Morto na quinta-feira à noite, aos 62 anos nos Estados Unidos, de pneumonia, consequência de um câncer no esôfago, o escritor e jornalista britânico Christopher Hitchens já não incomoda seus opositores. Deixou um testamento na última edição da revista Vanity Fair que vai dar argumentos a eles, por promover uma revisão em seus credos. Não que Hitchens, autoclassificado antiteísta - note, antiteísta, não ateísta - tenha se convertido no leito de morte, apesar de acompanhado nos últimos dias por um pastor evangélico, Francis Colllins, que tem cuidado de pacientes terminais mapeando seus genomas.
Hitchens, autor de Deus não É Grande (Ediouro), entre outros livros, passou a vida toda repetindo uma frase de Nietzsche que lhe parecia bastante apropriada para um homem como ele, atacado por todos os lados, pela esquerda e direita. Traduzida livremente, a frase (Was mich nicht umbringt macht mich stärker) toma o seguinte sentido: o que não me mata, me faz mais forte. No leito de morte, ela lhe pareceu ridícula. Hitchens, então, escolheu outra epígrafe, a do poeta Kingsley Amis. Ela, afinal, faz mais sentido para uma vida como a sua. Amis diz no poema que a morte não precisa de ninguém para explicá-la, que ela vem a todos para nos libertar dessa obrigação. E foi com essa epígrafe que ele se despediu dos leitores na Vanity Fair, agregando a ela um verso de It’s Alright, Ma, de Bob Dylan, para provar que era mesmo um pensador pop.
Hitchens foi um dos mais badalados polemistas na segunda metade do século, seguindo a tradição de George Orwell, sobre o qual, aliás, escreveu o brilhante A Vitória de Orwell (Companhia das Letras), roteiro crítico das ideias do autor da distopia 1984, em que desmonta teses consagradas sobre o seu compromisso ideológico - ele, que condena no livro uma sociedade totalitária. A exemplo de Orwell, Hitchens teve um namorico com a classe trabalhadora inglesa (em 1965) décadas antes de dar seu apoio à Guerra do Iraque e aos neoconservadores americanos, adotando os EUA como segunda pátria. Socialista na juventude, militou contra a Guerra no Vietnã, até proclamar há dez anos que o capitalismo havia se tornado o sistema econômico mais revolucionário e saudar a globalização como "inovadora e internacionalista".
Em 2001, logo após os ataques de 11 de Setembro, Hitchens cunhou a expressão "fascismo com face islâmica" para atacar os fundamentalistas muçulmanos e defender uma política intervencionista no Iraque. Ao mesmo tempo, vociferava contra figuras do mundo católico como Madre Teresa de Calcutá, argumentando que ela era uma espécie de porta-voz do que havia de mais reacionário na Igreja Católica. A fé em Deus ou em qualquer entidade suprema, segundo Hitchens, não passaria de uma crença totalitária que destruiria as liberdades individuais. Deus não criou o homem à sua imagem, evidentemente foi o contrário, dizia. Essa era a certeza moral de Hitchens. Suas objeções à fé religiosa diziam também respeito ao fato de que ela representa de forma equivocada a origem do homem e do cosmos, reprime sexualmente as criaturas e desconsidera outras formas de pensar (inclusive a sua, herdada dos iluministas franceses). Sua crítica à religião foi devastadora e, de certo modo, tirou o foco de outros temas abordados de forma menos passional por Hitchens.
Saudado por Gore Vidal como seu herdeiro intelectual, o polêmico Hitchens não se comoveu com o elogio e atacou o autor americano num artigo para a Vanity Fair, Vidal Loco, em que condenou sua adesão às teses conspiratórias do 11 de Setembro. Hitchens defendeu a política intervencionista de Bush, embora tenha criticado a ação das tropas americanas e condenado os abusos e torturas em Abu Ghraib. Antes disso houve Kissinger nos EUA, o embrião desse "imbróglio" em que a América se meteria, defende em seu livro O Julgamento de Kissinger (Boitempo Editorial), explosivo libelo contra o secretário de Estado da era Nixon. Esse mesmo Hitchens enviou à ministra Margaret Thatcher um telegrama (em 1982) apoiando a Guerra das Malvinas, por supor que ela combatia a ditadura de Leopoldo Galtieri (1926-2003).
As contradições de Hitchens não o impediram de manter as velhas amizades conquistadas na Inglaterra - Martins Amis, Ian McEwan e Salman Rushdie, entre outros. Sobre o último, Hitchens defendeu o autor de Versos Satânicos da sentença de morte (fatwa) decretada pelos fundamentalistas islâmicos. Rushdie despediu-se dele comovido: "Adeus, meu amigo querido. Uma grande voz cai silente. Um grande coração para".
Há exatamente um ano, a Editora Nova Fronteira lançou a obra fundamental para entender o pensamento desse que será lembrado no futuro como um ensaísta corajoso e independente como Aldous Huxley. Hitch-22, seu livro de memórias, é de uma franqueza desconcertante. Nele, Hitchens conta sua infância em Portsmouth, cidade portuária do Sul da Inglaterra, sua formação católica, a descoberta das origens judaicas de sua família, as primeiras aventuras homossexuais no internato e o pacto de suicídio da mãe com o amante na Grécia, onde viria a conhecer sua primeira mulher, Eleni Meleagrou, uma cipriota grega com quem teve dois filhos, Alexander e Sofia. Hitchens casou-se ainda uma segunda vez com a escritora californiana Carol Blue, com quem teve uma filha, Antonia. Dependente de álcool e fumante, Hitchens conclui sua autobiografia dizendo que a defesa da ciência e da razão é o grande imperativo de nossa época.
Hitchens por Hitchens
Sobre a vida boêmia
"Escrever é o que importa para mim e, para tanto, tudo o que me ajude, ou me leve, ou prolongue, ou aprofunde ou às vezes intensifique um argumento ou um debate, isso enfim é o que vale à pena. Portanto, é totalmente impossível imaginar que eu pudesse ter tido uma vida sem aquelas festas todas, sem aquelas madrugadas, sem uma segunda garrafa".
Sobre o apoio a Salman Rushdie
"Apoiá-lo, se é que eu posso colocar assim, tornou-se uma questão de tudo o que eu odeio contra tudo o que eu amo. Na coluna do ódio coloco: ditadura, religião, estupidez, demagogia, censura, bullying e intimidação. Na coluna do amor: literatura, ironia, humor, o indivíduo e a defesa da livre expressão".
Sobre a morte
"Pessoalmente quero encarar a morte de maneira ativa e não passiva. E estar lá para olhá-la bem no olho e fazer alguma coisa quando ela finalmente chegar para mim."
Sobre o islã
"O islamismo também não começou condenando ao fogo eterno todos os que duvidavam, mas ele ainda alega ter o direito de fazê-lo em quase todos os seus domínios, e ainda prega que esses mesmos domínios podem e devem ser ampliados por intermédio da guerra. Nunca, em nenhuma época, houve uma tentativa de desafiar ou mesmo pesquisar as alegações do islamismo que não tenha sido recebida com uma repressão extremamente dura e rápida"
Sobre a ficção
"Embora eu consiga, com esforço, escrever um conto ou falsificar um soneto debochado, quando jovem logo me dei conta de que não tinha o verdadeiro 'dom' para ficção e poesia. E reconheço a sorte de ter como contemporâneos vários praticantes dessas artes, que deixaram isso óbvio para mim, sem indevidamente chegar ao ponto de dizer que eu estaria perdendo meu tempo tentando."
Livros de Christopher Hitchens publicados no Brasil
O Julgamento de Kissinger (Boitempo, 2002)
Amor, Pobreza E Guerra (Ediouro, 2006)
Cartas A Um Jovem Contestador (Companhia das Letras, 2006)
Deus Não É Grande (Ediouro, 2007)
Os Direitos Do Homem De Thomas Paine - Uma Biografia (Zahar, 2007)
Cristianismo é Bom Para O Mundo? (Garimpo, 2010)
A Vitória de Orwell (Companhia das Letras, 2010)
Hitch-22 (Nova Fronteira, 2011)
Fonte: Estadão
http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,o-adeus-do-ateu-hitchens,811943,0.htm
Hitchens, autor de Deus não É Grande (Ediouro), entre outros livros, passou a vida toda repetindo uma frase de Nietzsche que lhe parecia bastante apropriada para um homem como ele, atacado por todos os lados, pela esquerda e direita. Traduzida livremente, a frase (Was mich nicht umbringt macht mich stärker) toma o seguinte sentido: o que não me mata, me faz mais forte. No leito de morte, ela lhe pareceu ridícula. Hitchens, então, escolheu outra epígrafe, a do poeta Kingsley Amis. Ela, afinal, faz mais sentido para uma vida como a sua. Amis diz no poema que a morte não precisa de ninguém para explicá-la, que ela vem a todos para nos libertar dessa obrigação. E foi com essa epígrafe que ele se despediu dos leitores na Vanity Fair, agregando a ela um verso de It’s Alright, Ma, de Bob Dylan, para provar que era mesmo um pensador pop.
Hitchens foi um dos mais badalados polemistas na segunda metade do século, seguindo a tradição de George Orwell, sobre o qual, aliás, escreveu o brilhante A Vitória de Orwell (Companhia das Letras), roteiro crítico das ideias do autor da distopia 1984, em que desmonta teses consagradas sobre o seu compromisso ideológico - ele, que condena no livro uma sociedade totalitária. A exemplo de Orwell, Hitchens teve um namorico com a classe trabalhadora inglesa (em 1965) décadas antes de dar seu apoio à Guerra do Iraque e aos neoconservadores americanos, adotando os EUA como segunda pátria. Socialista na juventude, militou contra a Guerra no Vietnã, até proclamar há dez anos que o capitalismo havia se tornado o sistema econômico mais revolucionário e saudar a globalização como "inovadora e internacionalista".
Em 2001, logo após os ataques de 11 de Setembro, Hitchens cunhou a expressão "fascismo com face islâmica" para atacar os fundamentalistas muçulmanos e defender uma política intervencionista no Iraque. Ao mesmo tempo, vociferava contra figuras do mundo católico como Madre Teresa de Calcutá, argumentando que ela era uma espécie de porta-voz do que havia de mais reacionário na Igreja Católica. A fé em Deus ou em qualquer entidade suprema, segundo Hitchens, não passaria de uma crença totalitária que destruiria as liberdades individuais. Deus não criou o homem à sua imagem, evidentemente foi o contrário, dizia. Essa era a certeza moral de Hitchens. Suas objeções à fé religiosa diziam também respeito ao fato de que ela representa de forma equivocada a origem do homem e do cosmos, reprime sexualmente as criaturas e desconsidera outras formas de pensar (inclusive a sua, herdada dos iluministas franceses). Sua crítica à religião foi devastadora e, de certo modo, tirou o foco de outros temas abordados de forma menos passional por Hitchens.
Saudado por Gore Vidal como seu herdeiro intelectual, o polêmico Hitchens não se comoveu com o elogio e atacou o autor americano num artigo para a Vanity Fair, Vidal Loco, em que condenou sua adesão às teses conspiratórias do 11 de Setembro. Hitchens defendeu a política intervencionista de Bush, embora tenha criticado a ação das tropas americanas e condenado os abusos e torturas em Abu Ghraib. Antes disso houve Kissinger nos EUA, o embrião desse "imbróglio" em que a América se meteria, defende em seu livro O Julgamento de Kissinger (Boitempo Editorial), explosivo libelo contra o secretário de Estado da era Nixon. Esse mesmo Hitchens enviou à ministra Margaret Thatcher um telegrama (em 1982) apoiando a Guerra das Malvinas, por supor que ela combatia a ditadura de Leopoldo Galtieri (1926-2003).
As contradições de Hitchens não o impediram de manter as velhas amizades conquistadas na Inglaterra - Martins Amis, Ian McEwan e Salman Rushdie, entre outros. Sobre o último, Hitchens defendeu o autor de Versos Satânicos da sentença de morte (fatwa) decretada pelos fundamentalistas islâmicos. Rushdie despediu-se dele comovido: "Adeus, meu amigo querido. Uma grande voz cai silente. Um grande coração para".
Há exatamente um ano, a Editora Nova Fronteira lançou a obra fundamental para entender o pensamento desse que será lembrado no futuro como um ensaísta corajoso e independente como Aldous Huxley. Hitch-22, seu livro de memórias, é de uma franqueza desconcertante. Nele, Hitchens conta sua infância em Portsmouth, cidade portuária do Sul da Inglaterra, sua formação católica, a descoberta das origens judaicas de sua família, as primeiras aventuras homossexuais no internato e o pacto de suicídio da mãe com o amante na Grécia, onde viria a conhecer sua primeira mulher, Eleni Meleagrou, uma cipriota grega com quem teve dois filhos, Alexander e Sofia. Hitchens casou-se ainda uma segunda vez com a escritora californiana Carol Blue, com quem teve uma filha, Antonia. Dependente de álcool e fumante, Hitchens conclui sua autobiografia dizendo que a defesa da ciência e da razão é o grande imperativo de nossa época.
Hitchens por Hitchens
Sobre a vida boêmia
"Escrever é o que importa para mim e, para tanto, tudo o que me ajude, ou me leve, ou prolongue, ou aprofunde ou às vezes intensifique um argumento ou um debate, isso enfim é o que vale à pena. Portanto, é totalmente impossível imaginar que eu pudesse ter tido uma vida sem aquelas festas todas, sem aquelas madrugadas, sem uma segunda garrafa".
Sobre o apoio a Salman Rushdie
"Apoiá-lo, se é que eu posso colocar assim, tornou-se uma questão de tudo o que eu odeio contra tudo o que eu amo. Na coluna do ódio coloco: ditadura, religião, estupidez, demagogia, censura, bullying e intimidação. Na coluna do amor: literatura, ironia, humor, o indivíduo e a defesa da livre expressão".
Sobre a morte
"Pessoalmente quero encarar a morte de maneira ativa e não passiva. E estar lá para olhá-la bem no olho e fazer alguma coisa quando ela finalmente chegar para mim."
Sobre o islã
"O islamismo também não começou condenando ao fogo eterno todos os que duvidavam, mas ele ainda alega ter o direito de fazê-lo em quase todos os seus domínios, e ainda prega que esses mesmos domínios podem e devem ser ampliados por intermédio da guerra. Nunca, em nenhuma época, houve uma tentativa de desafiar ou mesmo pesquisar as alegações do islamismo que não tenha sido recebida com uma repressão extremamente dura e rápida"
Sobre a ficção
"Embora eu consiga, com esforço, escrever um conto ou falsificar um soneto debochado, quando jovem logo me dei conta de que não tinha o verdadeiro 'dom' para ficção e poesia. E reconheço a sorte de ter como contemporâneos vários praticantes dessas artes, que deixaram isso óbvio para mim, sem indevidamente chegar ao ponto de dizer que eu estaria perdendo meu tempo tentando."
Livros de Christopher Hitchens publicados no Brasil
O Julgamento de Kissinger (Boitempo, 2002)
Amor, Pobreza E Guerra (Ediouro, 2006)
Cartas A Um Jovem Contestador (Companhia das Letras, 2006)
Deus Não É Grande (Ediouro, 2007)
Os Direitos Do Homem De Thomas Paine - Uma Biografia (Zahar, 2007)
Cristianismo é Bom Para O Mundo? (Garimpo, 2010)
A Vitória de Orwell (Companhia das Letras, 2010)
Hitch-22 (Nova Fronteira, 2011)
Fonte: Estadão
http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,o-adeus-do-ateu-hitchens,811943,0.htm
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Porque o Santos vai ganhar o mundial
ninguém tem duvidas quanto ao time do Barcelona. O melhor time do mundo disparado, tem os melhores jogadores do mundo, tem o craque Messi e outras tantas coisas mais. Agora, o time do Muricy Ramalho também chegou até a final não foi a toa não. Comecemos pelo próprio Muricy. Foi tri-campeão consecutivo 2006, 2007 e 2008 pelo São Paulo. No ano de 2009 assumiu o Fluminense e foi campeão mais uma vez, ou seja, o Muricy foi tetra-campeão consecutivo como treinador de futebol, lembrando que neste mesmo ano, a CBF o convidou para assumir a Seleção Brasileira para a Copa do Mundo da África do Sul, convite este rejeitado pelo treinador que não quis desfazer o contrato com o time das laranjeiras. Com um treinador desse, podendo contar em campo com Paulo Henrique Ganso, Neymar, Henrique, ex-cruzeiro, o melhor meio de campo do futebol brasileiro. Ainda tem Borges goleador, uma boa defesa com Durval e Edu Dracena. O Santos tem boas chances de vencer o time Catalão.
Domingo às 08:30h não perca esse espetáculo do esporte: Santos X Barcelona, direto de Yokohama, Japão.
Domingo às 08:30h não perca esse espetáculo do esporte: Santos X Barcelona, direto de Yokohama, Japão.
Quase sem brasileiros a F1
A categoria mais famosa do automobilismo está prestes a ter apenas um brasileiro representando o nosso país para o mundial de 2012. A Fórmula 1, por onde já passaram tantos brasileiros campeões como Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Airton Senna - este último foi um grande piloto que eu vi correr - terá confirmado para próxima temporada somente o piloto Felipe Massa da Ferrari, os outros dois pilotos, Bruno Senna e Rubens Barrichello disputam duas vagas que ainda restam para as equipes Hispânia e Williams, porém, além dos dois pilotos brasileiros que disputam essas vagas, tem outros pilotos que também disputam como Adrian Sutil que saiu da Force India e Jaime Alguersoari que deixou a Toro Rosso.
Depois de ficar de fora da Lotus Renault, o piloto Bruno Senna admitiu que aceitará a vaga de terceiro piloto da equipe. Já o Rubinho caso não tenha seu contrato renovado com a Williams para o próximo ano, no qual completaria 20 anos de F1, deve anunciar forçadamente sua aposentadoria.
Confira abaixo como está o grid da Fórmula 1 para 2012:
Red Bull: Sebastian Vettel (ALE) e Mark Webber (AUS)
McLaren: Jenson Button (ING) e Lewis Hamilton (ING)
Ferrari: Fernando Alonso (ESP) e Felipe Massa (BRA)
Mercedes: Michael Schumacher (ALE) e Nico Rosberg (ALE)
Lotus: Kimi Räikkönen (FIN) e Romain Grosjean (FRA)
Force India: Paul di Resta (ESC) e Nico Hulkenberg (ALE)
Sauber: Kamui Kobayashi (JAP) e Sergio Perez (MEX)
Toro Rosso: Daniel Ricciardo (AUS) e Jean-Éric Vergne (FRA)
Williams: Pastor Maldonado (VEN) e indefinido
Caterham: Heikki Kovalainen (FIN) e Jarno Trulli (ITA)
Hispania: Pedro de la Rosa (ESP) e indefinido
Marussia: Timo Glock (ALE) e Charles Pic (FRA)
No mais, agora é só esperar o ano que vém pra ver no que que vai dar.
Depois de ficar de fora da Lotus Renault, o piloto Bruno Senna admitiu que aceitará a vaga de terceiro piloto da equipe. Já o Rubinho caso não tenha seu contrato renovado com a Williams para o próximo ano, no qual completaria 20 anos de F1, deve anunciar forçadamente sua aposentadoria.
Confira abaixo como está o grid da Fórmula 1 para 2012:
Red Bull: Sebastian Vettel (ALE) e Mark Webber (AUS)
McLaren: Jenson Button (ING) e Lewis Hamilton (ING)
Ferrari: Fernando Alonso (ESP) e Felipe Massa (BRA)
Mercedes: Michael Schumacher (ALE) e Nico Rosberg (ALE)
Lotus: Kimi Räikkönen (FIN) e Romain Grosjean (FRA)
Force India: Paul di Resta (ESC) e Nico Hulkenberg (ALE)
Sauber: Kamui Kobayashi (JAP) e Sergio Perez (MEX)
Toro Rosso: Daniel Ricciardo (AUS) e Jean-Éric Vergne (FRA)
Williams: Pastor Maldonado (VEN) e indefinido
Caterham: Heikki Kovalainen (FIN) e Jarno Trulli (ITA)
Hispania: Pedro de la Rosa (ESP) e indefinido
Marussia: Timo Glock (ALE) e Charles Pic (FRA)
No mais, agora é só esperar o ano que vém pra ver no que que vai dar.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Oscar Niemeyer completa 104 anos
O arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer completa hoje 104 anos e ainda trabalha em seu escritório que fica no centro do Rio de Janeiro. Nascido em 15 de dezembro de 1907 no Rio de Janeiro, Niemeyer já concebeu mais de 600 projetos no Brasil e no mundo. Comunista de carteirinha, amigo de Fidel e Chávez, esse ilustre brasileiro atualmente trabalha no projeto de renovação e adaptação do Sambódromo do Rio para receber os jogos olímpicos de 2016.
Pra ficar por perto, aqui na cidade mineira de Cataguases pode-se encontrar projetos desse grande mestre como por exemplo a residência de Francisco Peixoto e o Colégio Cataguases.
Sobre a vida assim respondeu: "Uma vez me perguntaram o que pensava da vida. Respondi: enquanto houver uma mulher perto, que aconteça o que acontecer!" brincou Niemeyer.
Parabéns Oscar Niemeyer, pelo exemplo de vida.
Pra ficar por perto, aqui na cidade mineira de Cataguases pode-se encontrar projetos desse grande mestre como por exemplo a residência de Francisco Peixoto e o Colégio Cataguases.
Sobre a vida assim respondeu: "Uma vez me perguntaram o que pensava da vida. Respondi: enquanto houver uma mulher perto, que aconteça o que acontecer!" brincou Niemeyer.
Parabéns Oscar Niemeyer, pelo exemplo de vida.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Livro do Amaury Ribeiro Jr.
Foi lançado a poucos dias o livro do Jornalista (esse é com letra maiúscula) Amaury Ribeiro Jr. Falando sobre as privatizações do PSDB e toda sujeira que rodeia os desgoverno desse partido. O título do livro é Privataria Tucana, contém 343 páginas de denuncias devidamente documentadas, numa riqueza de detalhes sobre o processo de privatizações de empresas públicas durante o (des) governo de Fernando Henrique Cardoso 1995-2002. O livro também trata de esquemas sobre o recebimento de propinas, questões envolvendo o José Serra e toda sua família, como o envolvimento de sua filha com a filha do banqueiro Daniel Dantes, quebrando o sigilo de mais de 60 mil brasileiros, fazendo uso da máquina pública para obter dados secretos do governo.
O que se vê sobre o lançamento do livro do Amaury é um silêncio ensurdecedor da grande mídia (PIG), isso deve-se justamente pelo fato dela ser cumplice dessa sujeirada toda. Isso, segundo o deputado do PT-PA Claudio Puty confirma a importância da proposta do PT, de democratização e controle social da mídia, "para que possamos ter uma mídia mais comprometida com a verdade".
Em resumo, o livro do Amaury Ribeiro Jr. mostra o esquema de lavagem de dinheiro e pagamento de propina, tudo devidamente documentado em que o tucano ex-candidato a presidente da república, josé serra aparece como personagem central.
Uma coisa precisa ser dita: cadê os senadores e deputados pedindo regulamentação da mídia? No mínimo é o que se espera de políticos que se dizem sérios fazer. Gostaria de ver o Suplicy na tribuna pedindo regulamentação da mídia, ou até mesmo pedindo a não concessão para a grande mídia golpista.
PS: A primeira tiragem foi de 15 mil exemplares que foram esgotados em menos de 48 horas, a editora está providenciando mais 30 mil exemplares com a expectativa de venda de mais de 200mil.
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