terça-feira, 31 de maio de 2011

Hanna Arendt

Hanna Arendt no seu livro escrito em 1958 A Crise na Educação, define: " A educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumirmos a responsabilidade por ele e, com tal gesto, salvá-lo da ruína que seria inevitável não fosse a renovação e a vinda dos novos e dos jovens. A educação é, também, onde decidimos se amamos as nossas crianças o bastante para não expulsá-las do nosso mundo e abandoná-las a seus próprios recursos, e tão pouco arrancar de suas mãos a oportunidade de empreender alguma coisa nova e imprevista para nós, preparando-as em vez disso com antecedência para a tarefa de renovar um mundo comum" (ARENDT, 2000, p. 247).

Língua Portuguesa

Já ouvi falar várias coisas sobre a famosa Língua Portuguesa. Fazendo um apanhado histórico bem básico, constatamos que hoje no Brasil se fala Português porque fomos colonizados pelos portugueses, óbvio né. Se fóssemos colonizados pelos ingleses, certamente estaríamos falando inglês. Mas, deixando isso de lado, semana passado o Ministério da Educação permitiu o lançamento de um livro que causou e continua causando muito polêmica. O livros é para Educação de Jovens e Adultos (EJA) que atenderá mais ou menos 450.000 mil alunos. A polêmica gira em torno do conteúdo que estaria, segundo os críticos, ensinando errado o português para os alunos. Nesta terça-feira 31/06, o Ministro da Educação foi a uma comissão no Senado para prestar esclarecimentos sobre o tal livro. Disse que mais de 90% que criticou o livro ao menos leu todo o conteúdo, deixando muito preocupado, sendo que para ele é muito grave o fato de alguém ler apenas um trecho do livro e fazer a crítica. "A maioria das pessoas que criticaram inicialmente, se não a totalidade, declararam sem ter lido o livro. Isso me deixou preocupado porque regra geral um livro precisa ser lido para ser compreendido e, eventualmente, criticado", disse. Segundo Haddad, criticar a partir de um trecho caracteriza uma "injustiça crassa" e uma "atitude fascista".
Portanto, caros leitores desse humilde blog, não vos preocupei com os possíveis erros desse que aqui escreve, visto que, como gosto de ser sempre contra essa visão facistas que o Partido da Imprensa Golpista (PIG), fico mais aliviado se por algum acaso cometer alguns erros dessa nossa linda e bem falada, Língua Portuguesa.

No primeiro momento, tive um pouco de reação a está obra, sem mesmo ter a lido, mas pensando bem nos argumentos, acabei concordando e muito.
O ministro citou no Senado dezenas de mensagens de especialistas, professores e associações que recebeu apoiando a obra e dizendo que o que se fala do livro não é verdade. "De forma unânime, todos dizem que o livro não faz o que dizem que faz (ensinar a linguagem popular como correta), mas traduz a linguagem popular para a norma culta", disse.



Trechos retirado do IG.

E mais, o meu remédio para a língua é sempre se adaptar a ela, porque o mais importante mesmo é se fazer entender.

Industrialização do Reino Unido

O Reino Unido é hoje a quarta economia do mundo, mas seu PNB (Produto Nacional Bruto) corresponde apenas a cerca de 1/7 do maior PNB, que é dos Estados Unidos. Mas isso nem sempre foi assim. O Reino Unido já foi durante muito tempo, a maior economia do mundo e possuía uma influência muito grande durante os séculos XVIII e XIX no mundo.

Vários são os motivos que explicam porque o Reino Unido foi um dos primeiros países a se industrializar. Foi na Inglaterra o primeiro lugar na história que houve uma revolução burguesa. A chamada Revolução Gloriosa de 1688, também tem esse nome por não ter havido derramamento de sangue, depôs o rei Jaime II, para subir ao pode seu genro, Guillerme de Orange, casado com sua filha Maria Stuart. No poder, Guillerme de Orange assina um documento (Declaração de Direitos de 1689) que limitava o poder político da monarquia, transferindo-o para o Parlamento, no qual a Burguesia era a maioria, podendo participar e comandar ativamente as decisões políticas do país.

A ascendente burguesia controlando o Estado britânico, pôde utilizá-lo para conseguir atingir os seus objetivos econômicos. Fator esse essencial para que mais tarde tivesse a eclosão da Revolução Industrial. As grandes reservas de riquezas que o Reino Unido acumulou durante a fase do capitalismo comercial, ou seja, grande acumulo de capitais, possibilitou uma ampliação da rede de transportes, a extração de carvão, a instalação de indústrias etc.

Tudo isso, acúmulo de capitais, disponibilidade de matérias primas e de energia, avanços técnicos e, antes de tudo, o Estado já se encontrava sob o controle da burguesia, eram avanços para eclosão da Revolução Industrial. Faltava, porém, a força de trabalho para todo esse sistema funcionar. Foi quando fizeram as Leis dos Cercamentos que cercava as terras onde os camponeses cultivavam o seu alimento, obrigando essa massa a ir para os centros urbanos em busca de comida, ou seja, em busca de emprego. Esses cercamentos de terra possibilitaram ainda à pecuária. Foram criadas ovelhas para que abastecessem as primeiras fábricas têxteis de lã. Assim começou a primeira forma de trabalho no sistema capitalista, forma assalariada, super explorando essa mão-de-obra que chegava trabalhar 16, 18 horas diárias

Greve no Estado de Mato Grosso

Marcada para começar no próximo dia 06 de junho, os professores da rede estadual de Educação _Escrevo a palavra "Educação" sempre com letra maiúscula, pelo respeito a palavra_. A principal reivindicação da pauta é que o piso salárial seja de R$ 1.312,00, que de acordo com o presidente da Central Única dos Trabalhadores, Júlio César Martins Viana, está dentro dos cálculos do Estado com a Educação. Imagina, o Estado que mais produz soja não iria olhar para a Educação? Não existe outra possibilidade para a Educação brasileira enquanto ela não virar prioridade. Se tiver que brigar com o diretor, nós iremos brigar, se tiver que brigar com a Secretaria de Educação, vamos brigar, com o Governador, vamos, com a Presidenta, vamos, com o Banco Mundial, vamos, com o FMI, vamos, com o BNDES, vamos. Observaram, nesta hierarquia quem sempre acaba perdendo é o aluno, o principal beneficiário, mas também o país, que fica no entrave de sempre achar que será possível se desenvolver.

Poder do presidente

O que pensa o homem mais poderoso do mundo, Barack Obama? É muito poder concentrado em suas mãos, claro que ele não governa sozinho, eu diria até muito pelo contrário, ele é um fantoche nas mãos das grandes corporações que existem nos EUA.
Mas o mundo, principalmente pós-guerra conheceu um país que foi capaz de se organizar em torno de um bem comum, o bem estar do seu povo. Não quero aqui parecer "baba ovo" dos estadunidenses, mas a verdade é que os EUA conseguiram realizar coisas até mesmo inacreditáveis para manter a glória, coisas que eu e praticamente o resto do mundo discordam. Não é possível, um país precisa de algo para se justificar, principalmente a guerra e é o que os EUA fazem, sempre fizeram, de agora em diante não será diferente. Hoje é os Oriente Médio, amanhã poderá ser o Oriente Próximo, depois, depois quem sabe poderá vir a ser o Brasil. Obama não é bobo nada, gostaria de ele fosse mais raiz, mas não, já foi vendido para as grandes corporações.

domingo, 29 de maio de 2011

Como nossos antepassados registravam o tempo

O calendário romano data da fundação de Roma e mudou sua forma diversas vezes até a queda do Império Romano. Este artigo discute os primeiros calendários romanos também chamados de calendários pré-julianos utilizados até 46 a.C. O calendário usado após esta data foi o calendário juliano, que continuou sendo utilizado até o ano 1582 quando foi substituído pelo calendário gregoriano.

História

O primeiro calendário romano era um calendário lunar com dez meses, começando no equinócio da Primavera, implantado, segundo a lenda, por Rômulo, o fundador de Romaaproximadamente em 753 a.C..

Neste primeiro calendário romano, o ano tinha 10 meses de 30 ou 31 dias, que totalizavam 304 dias e os demais 61 dias que coincidiam com o inverno não entravam no calendário havendo pouco interesse de acompanhamento temporal neste período do ano.

A primeira reforma do calendário ocorreu com Numa Pompílio por volta de 713 a.C., o segundo dos sete Reis de Roma que reduziu os meses de 30 dias para 29 dias e adicionou os meses de Januarius (29 dias) e Februarius (28 dias) no final do calendário aumentando o seu tamanho para 355 dias, transformando-o em um calendário luni-solar, mantendo os inícios dos meses coincidindo com os inícios das fases da Lua e adicionando de tempos em tempos um mês extra para completar o ano solar.

Este calendário fora baseado no calendário grego praticado em Atenas, que já era um calendário luni-solar e bem mais preciso que aquele primeiro calendário praticado em Roma e que, então, também passou a ser de 12 meses com um mês adicional para manter o ciclo anual lunar alinhado com o ciclo anual solar.


Fonte: Wikipédia (www.wikipedia.org)

terça-feira, 24 de maio de 2011

Música

Bom pessoal, resolvi aqui fazer um pequeno post para falar sobre a música. Fundamental para o desenvolvimento humano de qualquer cidadão do mundo. A música foi um meio que o homem desenvolveu para fazer a alma falar.
Até acho legal a remixagem existe hoje pelo país afora, mas o melhor mesmo são as músicas carregadas de sentimentos, de amor, de mudança, de qualquer tipo de inspiração que essa pode causar. Portanto, ouve as mais diversas que poderá ouvir, mas sempre procure as que tem conteúdo.

No momento ouvindo o Rappa, Planet Hemp (Marcelo D2), Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Biquini Cavadão, Skank, Jorge Ben, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Bezerra da Silva e outros tantos nome da Música Popular Brasileira, como Chico Buarque, Geraldo Vandré, Oswaldo Montenegro etc...

Uma boa música sempre inspira, falo sempre isso com minha namorada.

O caso Master

 Meus caros amigos e amigos leitores deste simplório espaço de discussão. A política no Brasil não é para amadores. No ano de 2025 estourou ...